

A cantora Taylor Swift está sendo processada por violação de marca registrada nos Estados Unidos. A ação foi movida por Maren Wade, nome artístico da dançarina Maren Flagg, que alega que o álbum “The Life of a Showgirl” prejudica a marca que ela construiu ao longo de 12 anos com o projeto “Confessions of a Showgirl”.
Segundo o processo, aberto ontem (30), o uso do título por Swift e empresas ligadas à artista pode gerar confusão no público e configurar concorrência desleal. A autora pede que a Justiça proíba o uso da expressão, além de indenização por danos e lucros cessantes. O caso também envolve empresas como TAS Rights Management, UMG Recordings e Bravado International.
De acordo com documentos citados na ação, o Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos já havia apontado possível conflito entre as marcas. Especialistas avaliam que o processo tem base jurídica, mas disputas desse tipo costumam ser resolvidas antes de um julgamento final.
📸: Divulgação
A cantora Taylor Swift está sendo processada por violação de marca registrada nos Estados Unidos. A ação foi movida por Maren Wade, nome artístico da dançarina Maren Flagg, que alega que o álbum “The Life of a Showgirl” prejudica a marca que ela construiu ao longo de 12 anos com o projeto “Confessions of a Showgirl”.
Segundo o processo, aberto ontem (30), o uso do título por Swift e empresas ligadas à artista pode gerar confusão no público e configurar concorrência desleal. A autora pede que a Justiça proíba o uso da expressão, além de indenização por danos e lucros cessantes. O caso também envolve empresas como TAS Rights Management, UMG Recordings e Bravado International.
De acordo com documentos citados na ação, o Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos já havia apontado possível conflito entre as marcas. Especialistas avaliam que o processo tem base jurídica, mas disputas desse tipo costumam ser resolvidas antes de um julgamento final.
📸: Divulgação
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Daniel Vilela assume o Governo de Goiás nesta terça-feira (31), em solenidade marcada para as 14h, no Palácio Maguito Vilela, em Goiânia. A posse ocorre após a renúncia de Ronaldo Caiado, oficializada na segunda-feira (30), após o anúncio de sua pré-candidatura à Presidência da República.
A mudança no comando estadual já estava prevista desde a saída de Caiado do União Brasil para o PSD. Aos 42 anos, Vilela assume o cargo após atuar como vice-governador, com trajetória que inclui passagens como vereador, deputado estadual e deputado federal.
A programação segue ao longo da tarde, com coletiva de imprensa no Palácio das Esmeraldas e a cerimônia de transmissão do cargo, com passagem da faixa, na Praça Cívica, aberta ao público.
Para mais informações, acesse o portal da Revista Zelo: www.revistazelo.com.br.
#goias #danielvilela #revistazelo
Daniel Vilela assume o Governo de Goiás nesta terça-feira (31), em solenidade marcada para as 14h, no Palácio Maguito Vilela, em Goiânia. A posse ocorre após a renúncia de Ronaldo Caiado, oficializada na segunda-feira (30), após o anúncio de sua pré-candidatura à Presidência da República.
A mudança no comando estadual já estava prevista desde a saída de Caiado do União Brasil para o PSD. Aos 42 anos, Vilela assume o cargo após atuar como vice-governador, com trajetória que inclui passagens como vereador, deputado estadual e deputado federal.
A programação segue ao longo da tarde, com coletiva de imprensa no Palácio das Esmeraldas e a cerimônia de transmissão do cargo, com passagem da faixa, na Praça Cívica, aberta ao público.
Para mais informações, acesse o portal da Revista Zelo: www.revistazelo.com.br.
#goias #danielvilela #revistazelo
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A Maison Margiela anunciou uma ação de grande escala na China para marcar a temporada de Fall 2026. O desfile principal acontece no dia 1º de abril, em Xangai, como parte do projeto “Martin Margiela/Folders”, que propõe uma imersão nos códigos criativos da marca.
A iniciativa vai além da passarela e percorre quatro cidades com experiências distintas. Em Xangai, o desfile será acompanhado por uma exposição que revisita o arquivo Artisanal de 1989 a 2025. Em Pequim, o foco será o conceito de anonimato, enquanto Chengdu recebe uma mostra dedicada ao icônico sapato Tabi. Já em Shenzhen, o público poderá participar de uma experiência interativa inspirada na estética de desconstrução da maison.
O projeto também se conecta à abertura dos arquivos internos da marca em uma plataforma digital, lançada em 2026. A proposta é ampliar o acesso ao processo criativo da Margiela e fortalecer sua presença no mercado asiático por meio de uma abordagem educativa e experimental.
📸: Divulgação
A Maison Margiela anunciou uma ação de grande escala na China para marcar a temporada de Fall 2026. O desfile principal acontece no dia 1º de abril, em Xangai, como parte do projeto “Martin Margiela/Folders”, que propõe uma imersão nos códigos criativos da marca.
A iniciativa vai além da passarela e percorre quatro cidades com experiências distintas. Em Xangai, o desfile será acompanhado por uma exposição que revisita o arquivo Artisanal de 1989 a 2025. Em Pequim, o foco será o conceito de anonimato, enquanto Chengdu recebe uma mostra dedicada ao icônico sapato Tabi. Já em Shenzhen, o público poderá participar de uma experiência interativa inspirada na estética de desconstrução da maison.
O projeto também se conecta à abertura dos arquivos internos da marca em uma plataforma digital, lançada em 2026. A proposta é ampliar o acesso ao processo criativo da Margiela e fortalecer sua presença no mercado asiático por meio de uma abordagem educativa e experimental.
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A obra de Chico Buarque ganhará uma releitura inédita com influências do funk e do trap. O projeto será conduzido pelo DJ e produtor Felipe Poeta, filho da apresentadora Patrícia Poeta, em parceria com o maestro Alê Siqueira, e promete aproximar a música do compositor da nova geração.
O disco reunirá nomes da cena urbana brasileira, como Xamã, Budah, Wiu, MC Cabelinho, Melly, Tuto, Nega Gizza e Vandal. A proposta é reinterpretar clássicos do repertório de Chico a partir de novas sonoridades, conectando a tradição da música popular brasileira com estilos contemporâneos.
Segundo a produção, o próprio Chico Buarque está ciente e aprovou a iniciativa. Ainda sem título ou data de lançamento definidos, o projeto busca criar um diálogo entre diferentes momentos da música nacional, explorando novas possibilidades para canções já consagradas.
📸: Marcel Lapa/Divulgação
A obra de Chico Buarque ganhará uma releitura inédita com influências do funk e do trap. O projeto será conduzido pelo DJ e produtor Felipe Poeta, filho da apresentadora Patrícia Poeta, em parceria com o maestro Alê Siqueira, e promete aproximar a música do compositor da nova geração.
O disco reunirá nomes da cena urbana brasileira, como Xamã, Budah, Wiu, MC Cabelinho, Melly, Tuto, Nega Gizza e Vandal. A proposta é reinterpretar clássicos do repertório de Chico a partir de novas sonoridades, conectando a tradição da música popular brasileira com estilos contemporâneos.
Segundo a produção, o próprio Chico Buarque está ciente e aprovou a iniciativa. Ainda sem título ou data de lançamento definidos, o projeto busca criar um diálogo entre diferentes momentos da música nacional, explorando novas possibilidades para canções já consagradas.
📸: Marcel Lapa/Divulgação
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A Courrèges anunciou Drew Henry como novo diretor artístico da marca. O designer sul-africano assume a criação da maison em maio, após a saída de Nicolas Di Felice.
Com passagem pela equipe de Phoebe Philo, Henry chega com trajetória ligada a uma moda de linhas precisas, atenção às proporções e funcionalidade das peças, características que dialogam com o histórico da casa francesa.
“Drew Henry é um talento criativo excepcional com uma visão clara. Sua experiência e compreensão do cenário da moda atual o tornam a pessoa ideal para liderar a próxima fase da Courrèges”, afirmou François-Henri Pinault, presidente da Artemis, holding da família Pinault, proprietária da marca desde 2018.
O estilista também comentou a nova fase. “André Courrèges acreditava em roupas que fizessem sentido para o estilo de vida das pessoas. Isso é importante para mim. Sempre me senti atraído por trabalhos que parecem modernos, úteis e diretos. Ao me juntar a esta casa francesa, sinto uma grande responsabilidade em honrar sua história, ao mesmo tempo que trago minha própria perspectiva”, disse.
A estreia de Henry já está definida: o primeiro desfile acontece em setembro, durante a Paris Fashion Week.
Saiba mais em www.revistazelo.com.br.
Foto: Divulgação
#courreges #drewhenry #revistazelo
A Courrèges anunciou Drew Henry como novo diretor artístico da marca. O designer sul-africano assume a criação da maison em maio, após a saída de Nicolas Di Felice.
Com passagem pela equipe de Phoebe Philo, Henry chega com trajetória ligada a uma moda de linhas precisas, atenção às proporções e funcionalidade das peças, características que dialogam com o histórico da casa francesa.
“Drew Henry é um talento criativo excepcional com uma visão clara. Sua experiência e compreensão do cenário da moda atual o tornam a pessoa ideal para liderar a próxima fase da Courrèges”, afirmou François-Henri Pinault, presidente da Artemis, holding da família Pinault, proprietária da marca desde 2018.
O estilista também comentou a nova fase. “André Courrèges acreditava em roupas que fizessem sentido para o estilo de vida das pessoas. Isso é importante para mim. Sempre me senti atraído por trabalhos que parecem modernos, úteis e diretos. Ao me juntar a esta casa francesa, sinto uma grande responsabilidade em honrar sua história, ao mesmo tempo que trago minha própria perspectiva”, disse.
A estreia de Henry já está definida: o primeiro desfile acontece em setembro, durante a Paris Fashion Week.
Saiba mais em www.revistazelo.com.br.
Foto: Divulgação
#courreges #drewhenry #revistazelo
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A Copa do Mundo de 2026 ainda está no horizonte, mas Goiânia já se prepara para viver o evento de forma intensa.
A capital foi confirmada como uma das cinco cidades brasileiras a receber a Arena Nº1, projeto da Ambev que propõe uma experiência ampliada para o público durante o Mundial, com transmissões ao vivo dos jogos, shows e uma programação voltada à convivência.
Mais do que um espaço para acompanhar as partidas — especialmente as da seleção brasileira —, a Arena Nº1 foi concebida como um ambiente de encontro entre esporte, música e cultura.
A proposta é transformar o ato de assistir à Copa em uma experiência coletiva, reunindo milhares de pessoas em um mesmo espaço, com atrações musicais e ativações que ampliam o alcance do evento.
Mesmo com a Copa do Mundo FIFA 2026 sendo realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, iniciativas como essa reforçam o impacto do torneio no Brasil.
Em Goiânia, a expectativa é que o projeto se torne um dos principais pontos de encontro durante o período, conectando torcedores em torno de uma paixão comum e consolidando o futebol como uma expressão cultural que vai além das quatro linhas.
Foto: Agência Brasil
A Copa do Mundo de 2026 ainda está no horizonte, mas Goiânia já se prepara para viver o evento de forma intensa.
A capital foi confirmada como uma das cinco cidades brasileiras a receber a Arena Nº1, projeto da Ambev que propõe uma experiência ampliada para o público durante o Mundial, com transmissões ao vivo dos jogos, shows e uma programação voltada à convivência.
Mais do que um espaço para acompanhar as partidas — especialmente as da seleção brasileira —, a Arena Nº1 foi concebida como um ambiente de encontro entre esporte, música e cultura.
A proposta é transformar o ato de assistir à Copa em uma experiência coletiva, reunindo milhares de pessoas em um mesmo espaço, com atrações musicais e ativações que ampliam o alcance do evento.
Mesmo com a Copa do Mundo FIFA 2026 sendo realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, iniciativas como essa reforçam o impacto do torneio no Brasil.
Em Goiânia, a expectativa é que o projeto se torne um dos principais pontos de encontro durante o período, conectando torcedores em torno de uma paixão comum e consolidando o futebol como uma expressão cultural que vai além das quatro linhas.
Foto: Agência Brasil
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Goiás marca presença na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira, em São Paulo, com o projeto Casa de Amélia, assinado pelo escritório Bendito Traço Arquitetura, das arquitetas Mara Sandra e Luyara Godoy.
O evento acontece no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, e reúne representantes de todos os estados do país.
A proposta parte da valorização do convívio doméstico, com foco no encontro ao redor da mesa. Inspirado na figura de uma doceira, o projeto destaca o protagonismo feminino e organiza os ambientes a partir da cozinha integrada às áreas de estar e jantar.
Com referências ao Cerrado, a Casa de Amélia utiliza tons terrosos, madeira e um volume central que estrutura os espaços.
A Bienal segue até 30 de abril e tem como objetivo aproximar a arquitetura do público e apresentar diferentes identidades regionais.
Saiba mais no site da revista Zelo, link na bio e stories
Foto: Reprodução/ @arq.benditotraco
Goiás marca presença na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira, em São Paulo, com o projeto Casa de Amélia, assinado pelo escritório Bendito Traço Arquitetura, das arquitetas Mara Sandra e Luyara Godoy.
O evento acontece no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, e reúne representantes de todos os estados do país.
A proposta parte da valorização do convívio doméstico, com foco no encontro ao redor da mesa. Inspirado na figura de uma doceira, o projeto destaca o protagonismo feminino e organiza os ambientes a partir da cozinha integrada às áreas de estar e jantar.
Com referências ao Cerrado, a Casa de Amélia utiliza tons terrosos, madeira e um volume central que estrutura os espaços.
A Bienal segue até 30 de abril e tem como objetivo aproximar a arquitetura do público e apresentar diferentes identidades regionais.
Saiba mais no site da revista Zelo, link na bio e stories
Foto: Reprodução/ @arq.benditotraco
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O Brasil ganhou 3 milhões de novos consumidores de livros em 2025 — e o dado revela mais do que um crescimento numérico.
Segundo levantamento da Câmara Brasileira do Livro em parceria com a Nielsen BookData, 18% da população adulta comprou ao menos um livro no último ano, indicando um avanço consistente no mercado editorial e no hábito de leitura no país.
O estudo também revela contrastes importantes: enquanto cresce o número de leitores, ainda há barreiras estruturais. Cerca de 35 milhões de brasileiros apontam a falta de livrarias como obstáculo, e outros 35% consideram o preço dos livros um impeditivo.
Ao mesmo tempo, o acesso a PDFs e conteúdos digitais gratuitos — muitas vezes ligados à pirataria — indica uma demanda reprimida que o mercado ainda pode alcançar.
Entre os destaques do perfil de consumo, as mulheres lideram (61%), com protagonismo das mulheres negras da classe C. Já o maior crescimento está entre jovens de 18 a 34 anos, impulsionado por redes sociais, criadores de conteúdo e fenômenos editoriais como livros de colorir e títulos Young Adult.
O comportamento de compra também mudou: 56% dos leitores adquirem livros pelas redes sociais, enquanto o ambiente das livrarias segue relevante como espaço de experiência, descoberta e conexão cultural.
Mais informações no site www.revistazelo.com.br.
Foto: Unsplash
O Brasil ganhou 3 milhões de novos consumidores de livros em 2025 — e o dado revela mais do que um crescimento numérico.
Segundo levantamento da Câmara Brasileira do Livro em parceria com a Nielsen BookData, 18% da população adulta comprou ao menos um livro no último ano, indicando um avanço consistente no mercado editorial e no hábito de leitura no país.
O estudo também revela contrastes importantes: enquanto cresce o número de leitores, ainda há barreiras estruturais. Cerca de 35 milhões de brasileiros apontam a falta de livrarias como obstáculo, e outros 35% consideram o preço dos livros um impeditivo.
Ao mesmo tempo, o acesso a PDFs e conteúdos digitais gratuitos — muitas vezes ligados à pirataria — indica uma demanda reprimida que o mercado ainda pode alcançar.
Entre os destaques do perfil de consumo, as mulheres lideram (61%), com protagonismo das mulheres negras da classe C. Já o maior crescimento está entre jovens de 18 a 34 anos, impulsionado por redes sociais, criadores de conteúdo e fenômenos editoriais como livros de colorir e títulos Young Adult.
O comportamento de compra também mudou: 56% dos leitores adquirem livros pelas redes sociais, enquanto o ambiente das livrarias segue relevante como espaço de experiência, descoberta e conexão cultural.
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